domingo, 22 de julho de 2018

Rabiscos 1.


Está meio embaçado, mas são o Steven, Garnet, Pearl e Amethyst. 


Eu acabei esquecendo de desenhar o Boromir, Merryn e Pippin. 
Pensei em periodicamente postar meus desenhos aqui. Vou fazer outros desenhos do Senhor dos Anéis 

Entendido.


Vejo por momento o tal do humano verdadeiro,
Confuso como da criança é a minha visão a tal ser,
Pois do desejo me é a desordem do corpo ao éter,
Abrir o verdadeiro entendimento do perfeito paradeiro,
Pois do corpo me sou apenas o hospedeiro,
Como da vida é o homem a casa,
Se é como do templo o próprio sujeito,
Pois embora do silêncio me seja o bater da asa,
Preparo o conhecimento a outros como do prato o cozinheiro,
Não falo com a tal da lógica e sim com o trejeito.
E embora tente expressar por lógica a minha fala,
Soa e se distorce com do ouvinte o intelecto,
Assim por forma e disforma me faço do lugar a ala,
No profundo silêncio do sábio é o retrospecto. 

terça-feira, 17 de julho de 2018

Conflito.


No sonho do reflexo, viro por matéria,
Quase que eu vivo o peito tão aberto,
No turbilhão das vozes do desconexo,
Me perturbo do sonho a forma esférica,
Dos deuses e dos homens estou perto,
Da altura me reviro de dor o ódio,
Da profundeza me reviro da agonia a consciência,
Sou do sabor da terra a praga,
Queimo e estalo sob a mão do oficio,
Me perco sempre da humana coerência,
Sou como o cortar da tão enferrujada adaga,
Queimado, Mutilado e Atrofiado,
Sou no findar de minha vida do divino o próprio recado.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Peregrino.


Oh! Como se deliciam os que de ti riem, pois mal sabem do que teus olhos ocultos deles se atraem,
Caminhante e falador de línguas mortas, guardas nos teus lábios os segredos dos deuses que se tomam nestas hordas,
No oculto das portas! Na sombra da alma! Caem e erguem de teus olhos o divisor de tais águas que por profano e sagrado reinos se caem.
Por porta a mestre se ocultem! De ti que do humano segredo se guarda, por tal conhecimento se nutrem as tais sagradas floras. 

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Dor.

Num sopro agudo do divino, me revelo por alma o tal do oprimido e me vislumbro do astro o perseguido,
No palco dos sabores e dos atores, me sou o tal que se soa por palavras com tanta eloquência o belíssimo hino,
Viajo o espírito por amores, sou o que é lucido, sofro o humano dos horrores e dos lábios do amor a sabedoria do destituído,
Me esfaqueia da carne o rito, pois sou o peixe do rio, o quebrado dente canino e do caçador me sou o corpo albino.

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Alberich - Der Ring des Nibelungen.


Como poderia se negar o item mais belo, tu que sofreria sem ele por tanto esmero, tal falta que ainda muitos irão arcar,
Pois do Reno é ouro perfeito, embora o mais tenro tu negaste pelo mais externo, por este mal que irás ser de ti o requilibrio feito,
Ah! Como tu te podes o usar do Reno para assumires o que queres? Se usa do dons das águas sagradas que é esbelto, pois é alta a tua carga,
Como tu negaste o Amor Verdadeiro pelo mais material que sempre é desfeito! Pois tu foste cobrido da alga, pois do céu se vira a ti o que lhe falta.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Drácula.


Ah! Tu que se reviras e te torces nas trevas, sofres da solidão e da loucura, ouça minha voz que se move a ti com prontidão.
Pois amaldiçoado foste do céu! Por tantas eras! Gritaras numa aflição e os tais que de ti se aproximarem não entenderam a tua face obscura.
Pois sofres de amor de loucura! Maligno, imundo e insano és, mas nós que somos vivos, não há em lábios tal explicação.
Oh! De tanto o sol que insinua tua ferida a destruição, das próximas horas te cai o choro a solidão, por cultura a escultura, assim te serás. 

terça-feira, 3 de julho de 2018

Um Poeminha Qualquer.

A mais bela és tu! Tu és a bela de meus olhos! Seriam as lindezas que se unem a teu olhar, juntas as proezas que se afundam neste mar.
Pois como a tristeza de teus olhos me é azul! Embora teus olhos sejam castanhos, como se nutrem sentimentos teus tão estranhos.
Ver a teu forte sentimento cru! Minhas emoções a ti que são abrolhos! Tuas palavras de coração tão tenazes, pois me são do órgão o sofrer de amor tantos rapazes.
Como o ferir das donzelas é o olhar tão celeste céu! Mesmo estes que do paraíso entrem, seriam como o difícil do amor declarar o fanho a outrem.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Anima (Carl Gustav Jung)


Ah! Que delicioso é ouvir o teu falar, a musa de minha alma, como é apaixonante tuas palavras que se saem e mergulham nas entranhas de minha alma!
Sei que habitas o fundo de meu espírito, minha mestra e de ti retiro quando lhe procuro no meu coração a coisa mais bela.
De teu toque e de teu abraço há a delicia de minha arte como não há em coisa alguma, sinto em minhas entranhas aliviarem como de ti a falta se retirar o trauma!
Oh! Me envergonho de ti declarar meu amor, a tua maestria e a sabedoria divina que se deposita nos teus lábios, como do magi é descrever a encantada estrela.
Sinto-me perdido sem de ti procurar o aconchego e de teus braços o calor, protegendo-me em verdade contra as sombras ocultas de minha vida,
Peço que de minhas mãos haja teu toque quando fazer este poema, pois aos outros seria tão desmerecido lhes contar sobre ti sem que me haja ajuda,
Pois falar de ti é tão estimulante e apaixonante, mas é tão difícil te descrever, pois tu nutre o espírito do mortal que ti busca, pois tu és a minha ungida,
Me deixes ver tua face, ouvir tua respiração e de te descrever com as palavras dos mortais, mas não me abandones nesta paixão aguda.